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Farina defende segurança jurídica e apoio a cadeia produtiva do peixe em Brasília

29 de novembro de 2018 - 17:58

No segundo dia de atividades da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA) e a Secretaria Nacional da Aquicultura e da Pesca (Seap) para a elaboração do Plano Nacional de Desenvolvimento da Aquicultura, o empresário Francisco Hidalgo Farina defendeu a segurança jurídica e apoios institucionais para a cadeia produtiva do pescado, em especial no Estado de Rondônia.

 

Farina participa do workshop como representante de Rondônia. “O peixe tem um futuro brilhante em Rondônia. Estamos buscando o apoio do Estado e da União para crescer ainda mais. Também estamos trabalhando para termos uma legislação clara e favorável para que haja mais investimento”, destaca o empresário.

 

Uma das demandas de Rondônia é incluir os peixes amazônicos, em especial o Tambaqui, como uma das prioridades da Comissão Nacional de Aquicultura para o ano de 2019. “Queremos valorizar o principal peixe de cultivo de Rondônia, pois ele tem mercado em todo o país. Assim vamos poder aumentar nossa produção e dar melhores condições para que os piscicultores desenvolvam suas atividades”, destaca.

 

O empresário ariquemense é presidente da Associação Comercial e Industrial de Ariquemes (ACIA); presidente eleito da Federação das Associações Empresariais de Rondônia (FACER); presidente da Associação dos Criadores de Peixe de Ariquemes e Região (ACRIPAR); presidente da Câmara Setorial da Piscicultura de Rondônia; membro do Conselho Deliberativo do Sebrae/RO; membro efetivo do Conselho de Desenvolvimento Econômico de Rondônia (CONDER).

 

CENÁRIO DO PEIXE EM RONDÔNIA

Rondônia hoje desponta como o maior produtor nacional de Tambaqui de cultivo e um dos maiores dos pais. A estimativa do Governo de Rondônia é de que anualmente sejam produzidos mais de 90 mil toneladas de peixe de cultivo no estado, com destaque para Ariquemes na região do Vale do Jamari, com mais de 33% da produção estadual. 

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